terça-feira, novembro 08, 2011

Santuário Não Se Move! - Mãe Terra -

No domingo, dia 6 de Novembro, um juiz de plantão autorizou todas as empresas a retomarem as obras e destruírem área do Santuário. O território ainda não foi demarcado e essa ação é uma intenção clara das empreiteras fazerem elas mesmas a demarcação, por meio de sua força criminosa, destruindo o cerrado e as provas que comprovam o uso tradicional da terra. Elas pretendem com isso transformar suas ações em "fato consumado" e irreverssível.
As religiões são iguais? O direitos são iguais? Um governo escancaradamente corrupto está destruindo templos e áreas religiosas, agredindo de forma absurda direitos fundamentais garantidos pela constituição e tomando ações totalmente arbitrárias na frente de toda a população que assisti a tudo como gado caminhando lentamente para o matadouro. Será mesmo que nossas instituições democráticas estão consolidadas? Se todos ficarem apenas esperando os políticos tomarem boas decisões, sozinhos, sem a participação da Sociedade em pouco tempo estaremos novamente sob o jugo de mais uma ditadura. E agora, possivelmente ainda mais terrível, pois além do controle político, terão também o poder econômico sem limites para sua utilização.

O PDOT (Plano Diretor de Ordenamento Territorial), que viabilizou a contrução do Noroeste foi feito sem nenhum debate com a sociedade e votado com utilização de pagamento de propina aos parlamentares da Câmara Legislativa, o chamado "Mensalão do DEM", apresentado à sociedade na operação Caixa de Pandora da Polícia Federal.
O GDF, que se omite e diz que não pode fazer nada apenas atesta sua aliteração com os corruptos da cidade. O PDOT que deveria ser feito com ampla consulta pública está especificado na Lei Orgânica do DF, em seu artigo de número 317. O parágrafo primeiro apresenta qual seria o "princípio" do PDOT; não nenhum entendido de leis, mas acho que sei ler um pouco e entendo que o primeiro parágrafo de um artigo de um dispositivo legal teria lá sua importância. Diz o parágrafo primeiro do art. 317 da Lei Orgânica do Distrito Federal:
"§ 1º O Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal tem como princípio assegurar a função social da propriedade, mediante o atendimento das necessidades dos cidadãos quanto à qualidade de vida, à preservação do meio ambiente, à justiça social e ao desenvolvimento das atividades econômicas."
Muito acreditam que podem apenas rir do total absurdo e contradição que o Noroeste representa para essas linhas acima, assim como os empreiteiros e políticos do GDF fazem a respeito dos nossos direitos. Satirizam e ridicularizam qualquer direito que deveria ser assegurado para a Sociedade brasileira. Eu acredito que a Sociedade deve agir para que seus direitos sejam respeitados, da forma que for possível. Não podemos esperar, não podemos assisitir essa loucura e esse absurdo que acontece na frente de todos, qualquer um que usar um pouco da razão é capaz de perceber que estamos diante de uma situação gravissíma, fundamental para o futuro do Brasil e da cidade que estamos vivendo.
Não podemos entregar nossos direitos fundamentais, nossos povos tradicionais, nossa cultura e nossa natureza em sacrifício a essa pseudo-divindade sanguinária e tirânica que se manifesta no Estado brasileiro e no governo do Distrito Federal. Que coloca jovens aspirantes a soldado da polícia militar para lutar contra seus pares, e mais grave ainda, contra seu próprio futuro. Que coloca trabalhadores contra trabalhadores, sociedade contra sociedade, apenas para garantir sua cobiça e ganancia. Não podemos deixar de resisitir! Até quando teremos de gritar que o SANTUÁRIO NÃO SE MOVE!!!


segunda-feira, novembro 07, 2011

Brasileiros 'viram' made in Paraguai em busca de competitividade - Ligia Guimarães

Estimativa é de que 20 empresas do Brasil invistam no Paraguai. Economia aquecida e baixo custo de produção atraem investimentos.

O empresário brasileiro Luiz Antonio Saldanha Rodrigues, que há 23 anos é dono de duas fábricas de seringas em Ourinhos (SP) e em Manaus (AM), precisou expandir a produção e decidiu abrir a terceira unidade em Pedro Juan Caballero, cidade do Paraguai com 100 mil habitantes na fronteira com Ponta Porã (MS) e cuja atividade básica da economia é o comércio de produtos importados. O objetivo, diz Rodrigues, é baratear o custo de produção para enfrentar a concorrência chinesa, que dominou o mercado de seringas e fez com que a empresa parasse de exportar.
O interesse em cruzar a fronteira paraguaia para crescer fora do Brasil ganhou força desde o ano passado. Atraídas pela combinação de imposto baixo, mão de obra abundante, energia barata e uma economia que cresceu 15% em 2010, empresas brasileiras estão escolhendo o Paraguai na hora de expandir sua produção. A estimativa de empresários e autoridades paraguaias ouvidas pelo G1 é que produzir no Paraguai seja, em média, 30% mais barato que produzir no Brasil.
A estimativa de Wagner Weber, do Centro Empresarial Brasil-Paraguai, é que até o mês de outubro haviam cerca de 20 empresas instaladas no país com capital brasileiro.
A expectativa, segundo o diretor da Rede de Inversiones y Exportaciones (Rede de Investimentos e Exportações - Rediex), Oscar Stark, é de que 50 empresas brasileiras invistam no Paraguai até o final de 2012. "Nosso esforço está praticamente todo concentrado no Brasil. Trabalhamos com a meta de que 50 empresas invistam no Paraguai cerca de US$ 5 milhões cada uma até [o fim de] 2012", afirma.




sexta-feira, novembro 04, 2011

Paris Hilton é fotografada com novo namorado


La piel que habito - Trailer cines largo

Usina nuclear é desmantelada na Alemanha

Em Lubmin, na costa do Mar Báltico, a maior usina nuclear da antiga Alemanha Oriental está sendo desmantelada, 20 anos após ter sido desativada. O processo é lento, mas o governo alemão se comprometeu a acabar com o programa atômico até 2022.

Cientistas detectam pulsar de milissegundo mais brilhante já descoberto

Fim do mundo maia é um erro de interpretação, diz arqueólogo

O tempo, na concepção maia, tinha início e fim, mas isso não significava que ocorreria uma catástrofe dizimadora

O prognóstico maia do fim do mundo foi um erro histórico de interpretação, segundo revela o conteúdo da exposição "A Sociedade e o Tempo Maia" inaugurada recentemente no Museu do Ouro de Bogotá.
O arqueólogo do Inah (Instituto Nacional de Antropologia e História do México) e um dos curadores da mostra, Orlando Casares, explicou à Agência Efe que a base da medição do tempo desta antiga cultura era a observação dos astros.
Eles se inspiravam, por exemplo, nos movimentos cíclicos do Sol, da Lua e de Vênus, e assim mediam suas eras, que tinham um princípio e um final.
"Para os maias não existia a concepção do fim do mundo, por sua visão cíclica", explicou Casares, que esclareceu: "A era conta com 5.125 dias, quando esta acaba, começa outra nova, o que não significa que irão acontecer catástrofes; só os fatos cotidianos, que podem ser bons ou maus, voltam a se repetir."
Para não deixar dúvidas, a exposição do Museu do Ouro explica o elaborado sistema de medição temporal desta civilização.
"Um ano dos maias se dividia em duas partes: um calendário chamado 'Haab' que falava das atividades cotidianas, agricultura, práticas cerimoniais e domésticas, de 365 dias; e outro menor, o 'Tzolkin', de 260 dias, que regia a vida ritualística", acrescentou Casares.
A mistura de ambos os calendários permitia que os cidadãos se organizassem. Desta forma, por exemplo, o agricultor podia semear, mas sabia que tinha que preparar outras festividades de suas deidades, ou seja, "não podiam separar o religioso do cotidiano".
Ambos os calendários formavam a Roda Calendárica, cujo ciclo era de 52 anos, ou seja, o tempo que os dois demoravam a coincidir no mesmo dia.
Para calcular períodos maiores utilizavam a Conta Longa, dividida em várias unidades de tempo, das quais a mais importante é o "baktun" (período de 144 mil dias); na maioria das cidades, 13 "baktunes" constituíam uma era e, segundo seus cálculos, em 22 de dezembro de 2012 termina a presente.
Com esta explicação querem demonstrar que o rebuliço espalhado pelo mundo sobre a previsão dos maias não está baseado em descobertas arqueológicas, mas em erros, "propositais ou não", de interpretação dos objetos achados desta civilização.
De fato, uma das peças-chave da mostra é o hieróglifo 6 de Tortuguero, que faz referência ao fim da quinta era, a atual, neste dezembro, a qual se refere à vinda de Bolon Yocte (deidade maia), mas a imagem está deteriorada e não se sabe com que intenção.
A mostra exibida em Bogotá apresenta 96 peças vindas do Museu Regional Palácio Cantão de Mérida (México), onde se pode ver, além de calendários, vestimentas cerimoniais, animais do zodíaco e explicações sobre a escritura.
Para a diretora do Museu do Ouro de Bogotá, Maria Alicia Uribe, a exibição sobre a civilização maia serve para comparar e aprender sobre a vida pré-colombiana no continente.
"Interessa-nos de alguma maneira comparar nosso passado com o de outras regiões do mundo", ressaltou Maria sobre esta importante coleção de arte e documentário.
A exposição estará aberta ao público até 12 de fevereiro de 2012, para depois deve ser transferida para a cidade de Medellín.

Um em cada cinco estudos médicos tem autor indevido - SABINE RIGHETTI

Um em cada cinco artigos científicos das principais revistas médicas do mundo tem problemas de autoria. O dado é de um estudo da Associação Médica Americana que analisou seis periódicos de prestígio: "Annals of Internal Medicine", "Jama", "Lancet", "Nature Medicine", "New England Journal of Medicine" e "PLoS Medicine".
Foram encontrados casos de autores "fantasma" (que participaram do trabalho, mas não são citados) ou indevidos (que assinam a pesquisa sem ter contribuído). Essas práticas são condenadas pela ética científica.
Manuais recentes das principais agências de financiamento à ciência do mundo determinam que deve ser autor ou coautor de artigos quem contribuiu significativamente para o trabalho.
"O fato de um indivíduo ter usado um laboratório que você coordena para fazer um experimento não quer dizer que você será coautor do trabalho dele", exemplifica Mário José Abdalla Saad, diretor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.
Para ele, embora existam normas claras para identificar autores e coautores das pesquisas, ainda há uma espécie de "zona cinzenta". "Uma pessoa pode ter participado de maneira 'braçal' de uma pesquisa de modo decisivo. É preciso ter bom-senso para definir a autoria." Já para Gilson Volpato, da Unesp (Universidade Estadual Paulista), é preciso refletir sobre o significado de ser autor de um trabalho.
"Há um costume de se colocar como autores cientistas que tiveram qualquer participação no trabalho sem pensar o que significa ser autor."

Editoria de Arte /Folhapress
METODOLOGIA O levantamento dos dados da Associação Médica Americana foi feito por um questionário respondido por e-mail por 630 autores principais de trabalhos publicados em 2008 nas principais revistas médicas do mundo. Os cientistas responderam a 30 questões sobre a definição dos autores dos estudos dos quais participaram. No resultado, 21% dos trabalhos apresentaram autoria indevida. A porcentagem é menor que em 1996, quando os autores inapropriados apareciam em 29% dos artigos científicos na área médica. Mas, para os autores, os números continuam altos. O estudo está publicado no "British Medical Journal". De acordo com Saad, da Unicamp, a autoria indevida é um problema, por exemplo, no processo seletivo de um pesquisador em uma universidade ou instituição de pesquisa. Isso porque os artigos contam pontos na seleção. "Mas é preciso lembrar que critérios como entrevista e prova também são levados em conta", afirma. Para ele, os conflitos de interesse das pesquisas financiadas pela indústria farmacêutica, por exemplo, envolvem questões éticas ainda mais preocupantes. "Outra questão que deve ser destacada é o plágio. O pior tipo de fraude é copiar reproduzir ideias sem mencionar a fonte", analisa Saad. O biólogo Marcelo Hermes-Lima, da UnB (Universidade de Brasília), lembra ainda que fraudar dados nas pesquisas médicas é algo gravíssimo, pois afeta diretamente a vida das pessoas. Ele destaca uma pesquisa publicada em maio no "Journal of Medical Ethics", que mostrou que 188 artigos retratados com fraude na área médica envolveram 17.783 pessoas -e receberam mais de 5.000 citações de outros cientistas, que deram continuidade às pesquisas.

Espera por serviços custa R$ 505 a brasileiro - CAROLINA MATOS

O consumidor brasileiro perdeu, em média, no último ano, R$ 505 - ou três dias de trabalho- esperando serviços em domicílio, como reparos a TV a cabo, internet, telefone, e entrega de móveis.
Já as empresas perderam, em média, R$ 274 para cada cliente insatisfeito que cancelou o contrato.
É o que revela um estudo da TOA Technologies, que oferece soluções móveis para gestão de trabalhadores.
De acordo com o levantamento, os brasileiros esperaram, em média, cinco horas por atendimento - duas a mais do que previam.
Entre os consumidores que tiveram que aguardar (85% do total, segundo os dados da TOA), 66% ficaram em casa à espera de serviços de internet. Já 48% levaram "chá de cadeira" dos atendentes de TV por assinatura; 44%, dos de telefonia; e 42%, dos entregadores de mobília.
Além disso, o estudo mostra que, nos casos de atraso, 39% dos consumidores tiveram que sair de casa sem atendimento; 36% agendaram nova data para o serviço e 22% recusaram a assistência com atraso.
RECOMENDAÇÃO
Ainda de acordo com o levantamento, 45% dos consumidores disseram que recomendariam uma companhia pelo fato de que um serviço agendado foi cumprido no horário. Mas apenas 9% fariam a recomendação se houvesse atraso de 15 minutos.
E 78% dos clientes que tiveram que esperar no último ano cancelaram contrato por isso e mudaram para uma empresa concorrente.
Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste, órgão de defesa do consumidor, diz que as companhias ainda não se deram conta do dinheiro que perdem com o mau atendimento em domicílio.

Alex Argozino/Editoira de Arte/Folhapress
De acordo com a especialista, mesmo no Estado de São Paulo, onde há uma lei obrigando as empresas a marcar e cumprir data e horário para o atendimento solicitado sob pena de multa, não há pontualidade.
"As companhias têm ignorado a lei. Elas precisam perceber que vale mais a pena investir em melhorias, como em logística" afirma.
"Muitas vezes, o atendimento em domicílio é terceirizado e não consegue dar conta de toda a demanda."
A quem vai agendar um serviço em domicílio, Dolci recomenda que insista em obter data e hora para receber a equipe técnica. Se houver atraso, a orientação é reclamar na empresa e nos órgãos de defesa do consumidor.

Part 1 - The Invisible Man by HG Wells (Chs 01-17)

Veja este vídeo no YouTube:

http://www.youtube.com/watch?v=iK2oPlrLdWM&feature=youtube_gdata_player


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[HD] Kings of Convenience - Waiting in Vain(Bob Marley Cover), Seoul 2008 Part 22

Veja este vídeo no YouTube:

http://www.youtube.com/watch?v=s4rvrm2C-5o&feature=youtube_gdata_player


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Ceu azul no lago norte

Os 202 gols de Messi com a camisa do Barcelona F.C. em 12 minutos