Dalai-lama, o líder espiritual dos budistas tibetanos, anunciou nesta quinta-feira a intenção de ceder o poder político formal que ostenta como chefe das autoridades tibetanas no exílio a um representante "livremente eleito".
Em discurso em ocasião do 52º aniversário da fracassada insurreição tibetana contra a China, dalai-lama, que vive exilado na Índia, assegurou que o desejo de "devolver a autoridade" não tem relação com uma vontade de "se esquivar de responsabilidades".
"É pelo bem a longo prazo dos tibetanos. Não porque me sinto desanimado", acrescentou.
Aos 75 anos, o Nobel da Paz acrescentou que irá propor uma emenda que lhe permita renunciar às suas funções durante a próxima sessão do Parlamento tibetano neste mês.
"Desde a década de 1960, manifestei que os tibetanos necessitam de um líder livremente eleito pelo povo tibetano, a quem eu possa delegar o poder. Agora, claramente chegou o momento de pôr isto em prática", expressou o dalai-lama.
No comunicado, o líder espiritual repassou os poucos avanços nas negociações com a China sobre o futuro do Tibete, para o qual voltou a reivindicar uma "autonomia genuína".
Dalai-lama também mencionou a "notável luta não-violenta pela liberdade e a democracia" em vários países do norte da África, em alusão às rebeliões em Tunísia, Egito e Líbia.
"Devemos esperar que todas estas mudanças inspiradoras conduzam à liberdade, à felicidade e à prosperidade genuínas dos povos desses países", disse.
Um porta-voz do dalai-lama anunciou em novembro de 2010 a intenção do líder em deixar sua atividade como chefe político dos tibetanos no exílio. Assim ele reduziria seu dever oficial sem abandonar seu papel espiritual.
Em discurso em ocasião do 52º aniversário da fracassada insurreição tibetana contra a China, dalai-lama, que vive exilado na Índia, assegurou que o desejo de "devolver a autoridade" não tem relação com uma vontade de "se esquivar de responsabilidades".
"É pelo bem a longo prazo dos tibetanos. Não porque me sinto desanimado", acrescentou.
Aos 75 anos, o Nobel da Paz acrescentou que irá propor uma emenda que lhe permita renunciar às suas funções durante a próxima sessão do Parlamento tibetano neste mês.
"Desde a década de 1960, manifestei que os tibetanos necessitam de um líder livremente eleito pelo povo tibetano, a quem eu possa delegar o poder. Agora, claramente chegou o momento de pôr isto em prática", expressou o dalai-lama.
No comunicado, o líder espiritual repassou os poucos avanços nas negociações com a China sobre o futuro do Tibete, para o qual voltou a reivindicar uma "autonomia genuína".
Dalai-lama também mencionou a "notável luta não-violenta pela liberdade e a democracia" em vários países do norte da África, em alusão às rebeliões em Tunísia, Egito e Líbia.
"Devemos esperar que todas estas mudanças inspiradoras conduzam à liberdade, à felicidade e à prosperidade genuínas dos povos desses países", disse.
Um porta-voz do dalai-lama anunciou em novembro de 2010 a intenção do líder em deixar sua atividade como chefe político dos tibetanos no exílio. Assim ele reduziria seu dever oficial sem abandonar seu papel espiritual.
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